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Horta Solidária: a história de um começo

Foto do escritor: INSTITUTO PROTELLI TEKO PORÃ TEKO PORÃ
INSTITUTO PROTELLI TEKO PORÃ TEKO PORÃ
há 7 dias
2 min de leitura

O primeiro projeto do Instituto Protelli Teko Porã nasceu de uma escuta.

Durante um encontro com um grupo de indígenas da aldeia Arapyn, percebemos que as mulheres participavam pouco da conversa. Em determinado momento, Roseli se dirigiu a elas e perguntou:


“O que vocês gostariam? Qual é o sonho de vocês para a aldeia?”


Depois de um momento de silêncio, uma das mulheres mais velhas tomou a palavra. Com firmeza, ela disse que muitas pessoas chegavam à aldeia, conversavam, faziam perguntas, mas poucas realmente faziam alguma coisa.


Então, ela falou de um desejo muito concreto: ter uma horta na aldeia, onde pudessem produzir alimentos para as próprias famílias e para a comunidade.


Naquele momento, entendemos que aquela fala era mais do que um pedido. Era uma oportunidade de construir uma relação de confiança, não apenas com palavras, mas com uma ação concreta.


Por isso, a resposta foi imediata:


“A horta vai acontecer. Esse é um compromisso nosso.”


Assim nasceu a Horta Solidária, o primeiro projeto do Instituto.

O caminho não foi simples. Foram muitas conversas, idas e vindas, dificuldades e aprendizados. O projeto levou tempo para se concretizar, mas, pouco a pouco, aquele sonho começou a ganhar forma.


Hoje, a horta é uma realidade.

E talvez seja justamente essa a história que melhor expressa a origem do Instituto Protelli Teko Porã: um projeto que nasceu quando alguém teve a coragem de perguntar qual era o sonho da comunidade e, sobretudo, quando decidimos escutar e transformar essa escuta em ação.


Porque o Bem Viver também começa assim: escutando, caminhando juntos e fazendo nascer, com a comunidade, aquilo que ela mesma sonha.


E como está a Horta Solidária hoje?

Assista à entrevista com o Cacique Gilberto e conheça um pouco mais sobre a horta, seu significado para a comunidade e o que esse sonho se tornou.



 
 
 

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